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PRAGAS:


CONTROLE INTEGRADO DE RATOS

RATO
INTRODUÇÃO:
Os ratos são espécies que apresentam uma excepcional capacidade de adaptação, suportando as mais adversas condições de vida. Existem mais de 2.000 espécies de roedores na natureza, porém, apenas três apresentam relação com o homem. Os ratos são responsáveis por grandes perdas na produção de alimentos, desde a lavoura, a armazenagem e residências, através da destruição direta dos mesmos ou pela contaminação por fezes e urina. Podem ainda ser responsáveis por danificar máquinas, equipamentos, tubulações, fiações elétricas, etc., causando prejuízo e acidentes. Além do prejuízo econômico, os ratos são responsáveis, ainda, pela transmissão de várias doenças, como leptospirose, peste, tifo, salmonela, febre da mordedura, etc. Para um controle eficaz dos roedores é necessário identificar corretamente a espécie e conhecer suas características e hábitos. Atualmente os roedores, devido às suas características biológicas, habilidades e astúcia, representam um grande problema de saúde pública, e seu controle deve ser realizado por profissional especializado. Para a realização de um controle eficiente, os técnicos envolvidos devem conhecer muito bem os hábitos de vida desses animais. Existem basicamente três espécies de ratos, causando problemas em área urbana: a ratazana ou rato de esgoto (RATTUS NORVEGICUS), o rato de telhado (RATTUS RATTUS) e o camundongo (MUS MUSCULUS). Essas espécies, com pequenas variações, tornam-se sexualmente maduros com 05 a 07 semanas de vida e tem período de gestação variando de 18 a 23 dias. A fêmea está apta para um novo cruzamento logo após o parto caso as condições ambientais sejam favoráveis. Os ratos vivem aproximadamente 01 ano, são bons nadadores, mergulhadores, escavadores, têm boa audição, paladar apurado, tato e visão pouco especializada. Comem aproximadamente 10% do seu peso vivo. Roem para desgastarem seus dentes incisivos que crescem continuamente. São extremamente espertos e desconfiados. O controle eficaz dos roedores se baseia no uso integrado dos diversos métodos de controle, aliando conhecimento técnico e uso do produto contra rato de comprovada eficácia e segurança.  Portanto, para alcançar sucesso nesta luta não basta sair por aí tentando matar o maior número possível de ratos e insetos, e sim controlá-los sem que estes nos causem prejuízos econômicos, e nem danos à nossa saúde e ao meio ambiente. Daí o nome de controle de pragas e não extermínio ou eliminação de pragas se fosse possível eliminá-las já teriam feito. O simples extermínio não controla as pragas em certos ambientes, elas retornarão. Estudos garantem que quando percebemos a presença de pragas a infestação do local já é grande, elas já estavam lá há algum tempo. Tempo suficiente para nos causarem prejuízos econômicos, e danos à nossa saúde.

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE RATOS:
Ratazana (Rattus norvegicus):
Também é conhecida como rato de esgoto, gabiru, entre outros. Possuem o corpo robusto e orelhas relativamente pequenas, suas fezes são em forma de cápsulas com extremidade rombuda. Habitam tocas e galerias no solo, próximas de córregos, lixões, interior de edificações. É hábil nadador e escavador. Seu raio de ação é de cerca de 50 metros em volta das tocas, onde deixam trilhas com manchas de gordura, fezes e pêlos. São onívoros, mas preferem grãos, carnes e frutas. Apresentam desconfiança à mudança no ambiente, preferindo locais pouco movimentados.

Rato do Telhado (Rattus rattus):
É conhecido como rato preto, de paiol ou de navio. Apresentam corpo esguio e cauda longa, orelhas sem pêlo, grandes e proeminentes. Habitam forros, sótãos, paióis, silos, podendo ainda viver em árvores. É comum no interior de domicílios. É hábil escalador e raramente escava tocas. Seu raio de ação é em torno de 60 metros. Por onde costuma passar, deixa manchas de gordura, pêlos e fezes. Prefere como alimentação legumes, frutas e grãos e, como a ratazana, apresenta grande desconfiança a mudanças no ambiente.

Camundongo (Mus musculos):
Conhecido como catita, rato de gaveta, etc. De corpo pequeno e esguio, apresenta orelhas grandes e proeminentes em relação ao corpo. Habita o interior dos móveis, despensas e armários, é hábil escalador, podendo cavar tocas, seu raio de ação é em torno de 3 a 5 metros. É onívoro, preferindo grãos e sementes. Diferente das outras duas espécies, o camundongo é extremamente curioso, possuindo hábitos exploratórios.

HABILIDADES - SENSORIAIS:
Olfato: Bastante apurado, com memorização dos diferentes gostos experimentados. Repelem alimentos deteriorados.
Tato: O sentido mais desenvolvido, ao nível de certos pêlos sensoriais distribuídos pelo corpo e dos bigodes ou vibrissas, que são de grande utilidade para o seu deslocamento, beirando as superfícies laterais das paredes e dos obstáculos. Audição: É um dos sentidos mais desenvolvidos, ajuda a detectar e escapar do perigo com antecedência. São sensíveis aos ultra-sons, mas adaptam-se aos mesmos, em pouco tempo.
Visão: Os ratos enxergam mal e não conseguem distinguir cores. Mas são bastante sensíveis às variações de intensidade luminosa, o que confere aos mesmos capacidade imediata de perceber movimentos.


HABILIDADES - FÍSICAS:
- Passando a cabeça são capazes de se locomover pelo interior de canos, conduítes e tubulações de diversos tamanhos
- Roem vários tipos de materiais considerados duros, entre eles, madeira, tijolos, chumbo, alumínio, etc.
Sustentam a respiração por até 3 minutos, e nadando dentro de um cano de esgoto, podem facilmente penetrar em uma residência através do vaso sanitário. Exímios nadadores, alcançando distâncias de até 800 metros
- Sobem pelo exterior de canos e calhas verticais que estejam separados de uma parede por até 7,5 cm de distância, apoiando as patas no cano e as costas na parede ou vice-versa
- Sobem pelo exterior de canos e calhas verticais que tenham até 9,5 cm de diâmetro, abraçando-se neles.
- Pulam verticalmente cerca de 1 metro de altura, partindo do chão.
- Caminham e equilibram-se sobre qualquer tipo de cano ou conduíte horizontal.
- Acessam andares superiores de edificações, através do interior de canos e calhas com diâmetro entre 4 e 10 cm, usando para isso o apoio de suas patas e costas.
- Cavam tocas verticais no solo podendo atingir até 1,25 metros de profundidade.
- Ganham andares superiores de construções fazendo uso somente de quina de duas paredes como sustentação.
- Não sofrem qualquer tipo de ferimento em quedas até 15 metros de altura.
- Saltam horizontalmente até 1,2 metros de distância, partindo da imobilidade.
- As ratazanas e os ratos de telhado ou pretos vivem em colônias localizadas em lugares bem definidos. - Já os camundongos formam apenas casais que se mantém juntos até o fim da vida.
- Os roedores exercem suas atividades predominantes à noite. Iniciam a procura de alimentos ao anoitecer e um repasse antes do nascer do dia. Apenas quando houver uma superpopulação ou falta de alimento ou de perigo serão vistos durante o dia.


CONTROLE INTEGRADO DE ROEDORES:
O Controle integrado de roedores se baseia no conhecimento da biologia, hábitos comportamentais, habilidades e capacidades físicas de cada espécie e do conhecimento do meio-ambiente onde estão instalados. Dessa forma o controle se baseia em ações sobre o roedor a ser combatido e também sobre o meio que o cerca.

Inspeção:
Inspeção da área a ser controlada, com levantamento e anotação da situação encontrada (localização e números de tocas, trilhas, acessos a alimentos, etc). Estas informações são fundamentais para orientar medidas de controle.

 
Identificação da espécie: A identificação da(s) espécie(s) de roedor a ser controlada é fundamental, pois as diferenças biológicas e de comportamento determinarão as estratégias de controle.


Anti-ratização:
São medidas que visam dificultar ou mesmo impedir o acesso, instalação e proliferação de ratos em uma determinada área. Estas medidas consistem basicamente em eliminar as fontes de alimento, abrigo e água para os ratos.


Desratização:
São medidas aplicadas para eliminação física dos roedores. Podem ser utilizados métodos mecânicos, biológicos ou químicos. Devido à maior segurança e eficácia, o método de desratização mais usado é o químico. Para que o processo de desratização seja eficiente, deve sempre ser acompanhado das medidas de anti-ratização.


CONTROLE QUÍMICO DE ROEDORES:
O controle químico de roedores é feito com produtos desenvolvidos especialmente para causar a morte dos ratos, comumente conhecidos como raticidas. Inicialmente os raticidas eram de ação aguda, matando rapidamente o animal, essa situação permitia que os demais ratos da colônia evitassem o consumo do raticida, obtendo-se pouca eficácia. Além desse inconveniente, os raticidas agudos eram extremamente tóxicos e não possuíam antídoto específico, ocorrendo freqüentemente acidentes fatais em animais e humanos, em função disso seu uso foi proibido. Exemplos de raticidas agudos proibidos: estricnina, arsênico, 1080, 1081, sulfato de tálio e outros. Atualmente os raticidas são de ação crônica, demorando mais de 24 horas para causar a morte dos ratos, com isso não ocorre associação da morte com o produto, continuando o consumo pelos demais ratos da colônia. Apresenta menor toxidade para outros animais e um antídoto específico, a vitamina K1. Os raticidas químicos são apresentados na forma de granulados, blocos parafinados e pó de contato.

ESTRATÉGIA DE CONTROLE QUÍMICO:

 

Granulado

Pó De Contato

Bloco Parafinado


 

     Ratazana

Dispor o conteúdo da isca no interior das tocas ou próximo às trilhas dos ratos. As iscas devem ficar em locais protegidos uma vez que as ratazanas são desconfiadas.

Espalhar o pó de contato no interior das tocas ou nas trilhas percorridas pelos ratos. Este pó ficará aderido ao pêlo dos ratos que ao se limparem irão ingerir o produto

Dispor os blocos em área próxima às trilhas e tocas, é importante dispor os blocos em locais que ofereçam abrigo para os ratos.

 

Rato de telhado

Dispor as iscas nos locais de passagem dos ratos, nos forros das edificações.

Espalhar o pó sobre “bandejas” nos locais de passagem dos ratos, nos caibros e forros das edificações

Amarrar os blocos nas estruturas do telhado (tesouras e caibros), próximo aos locais de passagem dos roedores.

 

 

Camundongo

Dispor o produto em pequenas quantidades em vários locais diferentes e próximos, pois os camundongos, por serem curiosos, não permanecem muito tempo no mesmo local.

Não é muito recomendado para o controle de camundongos.

Pouco usado para o controle de camundongos


Atenção: Se a isca utilizada for de dose única, a reposição do produto nos locais onde houver consumo deverá ser feita após 7 dias. Se a isca usada for de dose múltipla, deverá ser reposta diariamente enquanto houver consumo.




FALHAS NO CONTROLE QUÍMICO:

Iscas bem Aceita (alto consumo):
- não foi mantida e renovada por tempo suficiente;
- há mais ratos do que as iscas colocadas;
- reposição das iscas em espaços de tempo longos demais (mais de 2 dias de intervalo para iscas de dose múltipla);
- iscas colocadas muito próximas;
- área tratada pequena demais (ratos vêm de áreas próximas)

Iscas que não foram bem aceitas (baixo consumo):
- isca imprópria (baixa qualidade, com gosto não aceito pelos roedores);
- fontes de alimento abundantes na área tratada; - pontos de colocação inadequados à espécie alvo;
- isca estragada (fermentada, azeda, bolorada);
- isca com cheiro não aceito (inseticidas, herbicidas);
- consistência imprópria (cereais moídos, farinha);
- melhor grânulos maiores e bolotas (péletes).


MEDIDAS DE ANTI-RATIZAÇÃO
Eliminação das fontes de alimento e água:
Proteger o ambiente contra a entrada de ratos. Alimentação abundante é fator para aumento da população de ratos. Evitar sobras de alimentos no cocho dos animais, principalmente durante a noite. Não deixar resíduos orgânicos ao ar livre, pois os mesmos servem de alimento para os ratos e outras pragas. Proteger as caixas de água da propriedade, mantendo-as sempre com tampa, acabar com a oferta de água.

Eliminação das fontes de abrigo:
Evite acúmulo de materiais, embalagens e entulhos dentro das instalações ou nas proximidades. Estes locais oferecem abrigo adequado para algumas espécies de ratos se instalarem. Nas instalações de criação animal (pocilga, estábulo, galinheiro, etc), dê preferência para pisos compactos de concreto. Pisos em madeira e com afastamento do solo oferecem um excelente abrigo para os ratos. Mantenha as áreas circundantes das instalações livre de vegetação alta. Os ratos sentem-se protegidos para invadir as instalações quando há vegetação alta.


Condições favoráveis para a proliferação de ratos:
- Depósito inadequado de embalagens na Fábrica de Rações
- Acúmulo de materiais na instalação
- Armazenagem de milho, trigo, grãos, produtos alimentícios de forma inadequada
- Presença de mato alto próximo as instalações
- Acúmulo de entulho e materiais de construção
- Canos abertos, sem tela de proteção
- Caixas e rede de esgoto abertas
- Portas sem soleiras e sempre abertas
- Oferta abundante de alimento
- Sujidade nos locais e lixo aberto inadequado
- Oferta de água abundante
- A presença e proliferação estão ligadas principalmente a dois fatores: condições favoráveis de abrigo, alimentação e um terceiro fator que é a água, associados propiciam a reprodução desenfreada.


Medidas para inibir a proliferação de ratos:
- Mantenha os sacos de ração em estrados elevados do chão e afastados das paredes;
- Proteja a caixa d’água com tampa, dessa forma elimina-se a fonte de água para os ratos e evita-se a contaminação por fezes e urina;
- Mantenha limpa e sem entulhos as áreas em volta das instalações;
- O lixo deverá ser acondicionado em saco plástico fechado dentro de recipiente tampado;
- Não deixar torneiras pingando, poças d`água ou vasilhames contendo água nas áreas externas;
- Ralos de esgoto, pois os roedores entram pelos canos nadando, pois os ratos são exímios nadadores e prendem a respiração por 03 minutos, tubulações de telefonia, canos de energia que devem ser chumbados ou telados;
- Alimentos devem ser acondicionados em latas próprias bem fechadas e elevadas do solo;
- Proteger a soleira da porta com chapa metálica;
- Não deixar alimentos e água na área de serviço durante o período da noite;
- Não acumular material sem serventia (papéis, papelão, plásticos, etc.), pois estes podem servir de material para confecção de ninhos;
- Caixas d’águas deverão estar sempre bem vedadas;
- Em estabelecimentos comerciais toda mercadoria deverá ser armazenada sob estrados com pelo menos 20 cm de altura, de forma que o piso sob o estrado possa ser mantido sempre limpo. As mercadorias não deverão ficar encostadas às paredes ou rodapés;
- A equipe que realiza a limpeza do local deverá ser orientada a não remover as iscas raticidas ou os recipientes (caixas de monitoramento porta iscas) das iscas mesmo que estes estejam vazios; realizar triagem das mercadorias antes destas serem guardadas no depósito com o objetivo de evitar a entrada de roedores vindos com as mercadorias;
- Usar tela de proteção contra insetos e roedores em todos os locais em que for necessário.




TUDO QUE VOCÊ NUNCA QUIS SABER SOBRE BARATAS:

BARATAS

Elas estão moídas no seu chocolate, sobrevivem até um mês sem cabeça e comem seres humanos vivos. (Agora a boa notícia: elas não resistiriam a um ataque nuclear). Conheça o nojento mundo dessa obra-prima da evolução: a barata. Poucos bichos são tão liberais quanto às baratas quando se trata de alimentação. Elas comem praticamente tudo. E isso inclui coisas bizarras como cola, fezes, papel, couro, outras baratas e cerveja azeda quente, que é seu alimento preferido. (A única coisa que odeiam é pepino - sabe-se lá o porquê). E elas também curtem comer seres humanos - vivos ou mortos. Sim, elas "mordem"gente viva (que está dormindo) - sempre nas extremidades: dedão e sola dos pés, unhas e palmas das mãos. Também há relatos de baratas que comem cílios. Elas não têm dentes, mas usam sua forte mandíbula para raspar as superfícies até deixar buracos doloridos. Também podem se alimentar de restos de comida, especialmente de leite seco na boca de bebês que estão dormindo. As crianças são mais suscetíveis por terem o sono mais pesado, mas adultos também não escapam. Se você é do tipo que curte tomar cerveja e comer salgadinho no sofá e acaba dormindo por lá mesmo, chegou a hora de repensar sua vida.


Casca Dura:
Para proteger o interior delicado, elas são revestidas por um casco duro de quitina. O formato achatado permite que elas suportem esmagamentos leves sem morrer.

Creme: A massa branca que sai quando você esmaga uma barata é gordura e protege os órgãos internos. Ela permite que o inseto fique dias sem comer.

Filhotes:
A maioria das baratas guarda seus ovos em um recipiente chamado ooteca, que fica dentro do corpo. Algumas espécies seguram os filhotes dentro de si até estarem prontos para ir ao mundo; outras largam a ooteca em um lugar seguro para os ovos eclodirem sozinhos.

Antenada:
Dotadas de pequenos pêlos ultra-cessíveis, as antenas das baratas captam odores e podem, dependendo da espécie, detectar a presença de água, álcool ou açúcar nas proximidades.

Fôlego:
A barata respira por 20 aberturas laterais chamadas espiráculos, que levam o ar para o corpo todo. Assim, pode ficar horas sem oxigênio. Defesa contra produtos químicos.

Radar:
Esses espinhos no traseiro dão informações detalhadas sobre ameaças: percebem movimentos sutis do ar e captam informações sobre possíveis ameaças, como localização, tamanhos e velocidade.

As Baratas:
São 5 mil espécies do inseto que vive na Terra há 325 milhões de anos. Eis as principais:

Barata americana
Ordem:
Dictyoptera
Família:
Blattidae
Nome científico:
Periplaneta americana
Nome vulgar:
Barata de esgoto, cascuda

Essas baratas são de coloração marrom, e em sua forma jovem, são um tom de marrom pálido. Dentro das casas, estas pragas geralmente podem ser encontradas nas cozinhas e banheiros, e ao ar livre encontram-se, geralmente, ao redor da casa. Embora se mova normalmente pelo chão e paredes, esta espécie de barata pode voar distâncias curtas, em especial durante o tempo morno. O fato de voar das baratas está intimamente ligado ao período de acasalamento reprodução, geralmente ocorrendo durante no verão.

DANOS CAUSADOS PELAS BARATAS:

As baratas domésticas causam danos devido a;

a) ingestão de alimentos;
b) depreciação dos alimentos; presença de grânulos fecais e de odor conhecido como "cheiro de barata
c) danos aos livros, roupas e documentos;
d) susto ou medo causado a muitas pessoas;
e) sensação de asco;
f) transmissão de germes causadores de doenças;

Com relação ao item a, os prejuízos não são significantes devido à pequena quantidade de alimento ingerido. Os itens b e c são, pelo contrário, importantes: embora as baratas prefiram comer cereais e substâncias açucaradas, muitas outras coisas são também ingeridas. Como gostam de cola usada na encadernação e nas lombadas dos livros, estes podem ser roídos onde a cola foi usada. Com freqüência, os livros adquirem mau aspecto devido, não somente à ação das peças bucais do inseto, como também pela presença de manchas escuras causadas pelas fezes e pela deposição de ootecas. Documentos e roupas são também danificados. As roupas podem ser roídas, principalmente as das crianças.
O cheiro de barata é muito característico e conhecido de muitos; ainda que os insetos, as manchas e os grânulos fecais não sejam vistos pode-se perceber a presença de baratas pelo odor desagradável deixado sobre os alimentos ou utensílios.  A barata descarrega em locais por onde anda secreções oriundas de glândulas localizadas no abdômem, responsáveis pelo odor nauseabundo já referido. O mau cheiro e os grânulos fecais podem inutilizar ou, pelo menos, depreciar os alimentos, especialmente as farinhas.
Com relação aos itens d e e, é muito conhecida a aversão das pessoas à simples presença de baratas; outras têm medo ou assustam-se facilmente. O último item f é bem importante: acredita-se que as baratas, depois da mosca doméstica, sejam os insetos que mais facilmente transportam germes de doenças de um local para o outro. Isso nada tem de surpreendente, pois as baratas entram em canos de esgoto, latrinas, fossas negras, depósitos de lixo etc. e depois vão até os alimentos do homem. Assim, embora as baratas não sejam parasitas, devem sofrer intenso combate por ocasião do aparecimento de certas doenças, cujos agentes podem ser por elas disseminados. Não é raro, baratas roerem os lábios no canto da boca, principalmente de crianças, ocasionando uma erupção conhecida como herpes blattae
As baratas e as moscas domésticas são um perigo potencial à saúde do homem pelo fato de se alimentarem tanto de fezes humanas, como dos alimentos do homem. As baratas podem transportar cerca de 40 bactérias patogênicas diferentes; destas pelo menos 25 espécies são Enterobacteriaceae, organismos responsáveis por gastrenterites no homem.  

Barata alemã
Classe:
Insecta
Ordem:
Dictyoptera
Família:
Blattidae
Nome científico:
Blattella germânica
Nome vulgar:
Barata alemã de cozinha

A barata alemã possui altíssima taxa reprodutiva sendo a espécie de maior freqüência nas cozinhas. É um inseto pequeno com comprimento aproximado de 1,5 cm e apresenta duas faixas longitudinais mais escuras no escudo protetor da cabeça. Por sua vez, a barata oriental, bastante comum no Brasil, caracteriza-se por não voar devido ao reduzido tamanho das suas asas. Têm coloração marrom escuro e os machos medem cerca de 3 a 4 cm de comprimento enquanto as fêmeas por volta de 2 a 3 cm. No Brasil, outras baratas domésticas também podem viver e reproduzir-se junto ao ambiente urbano, entretanto com menor freqüência ou em regiões específicas do País. A presença dessas pragas no ambiente doméstico pode ser determinada pela observação do animal ou por meio das fezes, ovos ou pelo cheiro que exalam. Estima-se que num ambiente infestado com a espécie Blatella germanica (barata alemãzinha)

Boatos sobre baratas
Elas resistem a ataques nucleares
Mentira.
O mito provavelmente surgiu na década de 1960, com o relato nunca confirmado de que baratas teriam sobrevivido às bombas de Hiroshima e Nagasaki. É verdade que, comparadas com não-insetos, elas são resistentes: por terem poucas células que se dividem lentamente, conseguem consertar alguns problemas causados pela radiação. Mas outros seres vivos são muito mais resistentes, como certas algas, musgos e bactérias. E até alguns insetos são mais fortes: enquanto a barata americana agüenta até 20 mil rads (unidade de radiação absorvida), o caruncho de madeira agüenta 48 mil, e a mosca-das-frutas, 64 mil. Uma bomba como a de Hiroshima tem 34 mil rads. Ou seja, elas não sobreviveriam.

Elas sobrevivem sem cabeça
Verdade.
Baratas são sobreviventes. Além de conseguir ficar até um mês sem comer nada e semanas sem ingerir água, o inseto ainda é capaz de sobreviver por até outro mês sem a cabeça. É que suas principais estruturas vitais ficam espalhadas pelo abdômen (incluindo as que permitem a respiração) e, caso percam a cabeça (no sentido literal), um gânglio nervoso no tórax passa a coordenar os seus movimentos, permitindo que fujam das ameaças. Como o seu corpo tem um revestimento de células sensíveis à luz, ela ainda pode localizar e correr para as sombras a fim de se proteger. Mas, como todos, inevitavelmente um dia acaba morrendo.

Elas estão no chocolate
Verdade.
Segundo a Food and Drugs Administration (FDA), o órgão que faz o controle dos alimentos e remédios nos EUA, uma barra de chocolate comum contém, em média, 8 resíduos de baratas. (Um pedaço de 100 gramas de chocolate tinha, em média, 60 resquícios de insetos variados em sua composição.) O inseto entra em contato com o doce ainda durante a colheita e armazenamento do cacau. E mais: pessoas que têm alergia ao chocolate podem, na verdade, ser alérgicas aos pedacinhos de baratas que ficam no doce. O inseto pode causar reações alérgicas em algumas pessoas, como coceira e cãibras, e cortar o chocolate da dieta é justamente um dos tratamentos recomendados a pessoas alérgicas.

Sexo explícito:
Uma loucura.
Observe aqui, de perto, o que só acontece atrás das paredes: o ritual de acasalamento da barata americana, a "voadora". Ui.
1. Essa espécie pode produzir até 800 descendentes nos seus 4 anos de vida. A Germânica, que vive 1 ano, gera até 20 mil
2. Veja a atitude sensual da fêmea: ela abaixa o abdômen, levanta as asas e libera ferormônios. Se o macho topar, ela sobe nele.
3. Enquanto escala o macho, ela vai lambendo suas costas. Assim, ingere uma substância especial, produzida na corte.
4. O macho não perde tempo: vai tentar introduzir a genitália na fêmea por baixo, para iniciar a cópula.
5. Ligados pelas genitália, o macho se vira e assume posição oposta à parceira. É nesse momento que ela é fecundada.

ABRIGOS
- Caixas de telefonia e eletricidade;
- Forros e sótãos;
- Garagens, depósitos, lavanderias e áreas de serviço;
- Caixas de inspeção, esgoto;
- Base dos guarda-roupas e maleiros;
- Armários e gabinetes em cozinhas e sanitários;
- Rede hidráulica (pias e sanitários);
- Materiais acumulados;
- Jardins e canteiros;
- Frestas e fendas;
- Ralos dos banheiros, cozinha, área de serviço

PREVENÇÃO
- Utilização de ralos protetores;
- Colocar tela nos ralos
- Evitar acúmulo de materiais;
- Manter jardins e canteiros conservados;
- Inspecionar a entrada de materiais;
- Manter limpo os ambientes.

- Não ter frestas e fendas
- O lixo não dormir dentro do estabelecimento
- Fazer vistorias nas compras e materiais vindos do supermercado e depósito de distribuição

As baratas apresentam importância econômica, doméstica, médica, ecológica e na pesquisa científica. Para prevenir infestações de baratas é preciso evitar o acúmulo de sujeira e resíduos alimentares pela casa para se obter o controle desta praga. Assim, é aconselhável sempre embalar a comida e manter limpos os cômodos, principalmente a cozinha e a dispensa de alimento. Isso reduz a presença de fezes e fragmentos da exúvias (mudas), que podem causar reações alérgicas se inaladas. Além disso, alimentos expostos, embalagens furadas e migalhas espalhadas pelo chão podem atrair baratas, bem como outros animais sinantrópicos. Para o controle químico desta praga consultar uma dedetizadora devidamente licenciada.



FORMIGAS

FORMIGAS


Formigas domésticas:
Elas se adaptaram tanto à vida nas casas das pessoas, que são quase uma espécie a parte. Nunca tem uma rainha só, são várias, divididas em vários ninhos - assim se um dos ninhos for destruído elas sobrevivem em outro. Também desenvolvem resistência a muitos venenos, que depois de um tempo de uso, não lhes fazem mais o menor efeito. Um grupo de seis espécies diferentes de formigas freqüenta o interior das residências, hospitais, lojas de comércio e indústrias. Ali se estabelecem com facilidade e procriam, chegando a causar infestações que podem ser extremamente incômodas e até perigosas, como é o caso dos hospitais e outros estabelecimentos médicos. Esse grupo de formigas, denominadas como "formigas doceiras”, às vezes pode ser difícil de serem combatidas e eliminadas, retomando as áreas tratadas bem pouco tempo depois do tratamento aplicado. Seu combate bem sucedido numa área alvo depende da eliminação da formiga rainha do formigueiro, que nem sempre pode ser alcançada pelos tratamentos comuns de pulverização ou iscagem. Há duas formas de tratamento e extinção completa das formigas doceiras: através de uma isca sólida com o produto e outra, mais profissional, através de uma única aplicação do biocida microencapsulado.

Formiga de Jardim:
Formiga de Jardim Um grupo de espécies diferentes é denominado genericamente de "formigas de jardim", incluindo a saúva (formiga cortadeira). São espécies que raramente entram nas residências, embora possam fazê-lo com facilidade, preferindo montar seus complexos formigueiros e circular pelos jardins circundantes, onde conseguem tudo o que precisam para semear e cultivar seus fungos alimentares. O traço comum entre elas é que podem localizar até com certa facilidade seus formigueiros, através dos orifícios de entrada (denominados "olheiros") situados ao rés do chão ou em monturos de terra solta. Para eliminar completamente um formigueiro, é preciso matar a formiga rainha ou, do contrário, você não terá sucesso no combate. Contudo, a rainha geralmente está muito bem protegida no interior de uma câmara real, bem no centro do formigueiro, onde dificilmente é alcançada.



ESCOPIÕES:

ESCORPIAO

O controle de escorpiões é um assunto polêmico no ramo de controle de pragas e a Dedetizadora Brasil percebe que os clientes, em geral, têm muitas dúvidas e informações desencontradas sobre o assunto. Há diferentes indicações por parte tanto das empresas especializadas no combate a pragas quanto dos órgãos reguladores da saúde pública, o que aumenta o nível de confusão e até desconfiança nos consumidores. O principal fator de confusão é causado por controladores de pragas que indicam que o combate de baratas também atinge a população de escorpiões. Isso não é verdade! Os escorpiões podem ser atraídos para onde há baratas, porque eles se alimentam delas. Outra história contada é a de que, ao controlar as baratas, o escorpião fica sem alimento e acaba morrendo. Isso é um mito! Escorpiões podem viver por até seis meses sem alimento e consumindo pouca água. Portanto, mesmo que existam poucas baratas no ambiente, em seis meses certamente o escorpião encontrará alguma forma de alimento ou o mais comum: após seis meses, a população de baratas já voltou a infestar a região. As altas temperaturas e o aumento das chuvas contribuem para a proliferação de insetos e para o aparecimento de baratas e escorpiões. Em busca de abrigo e lugar seco, os aracnídeos saem de seus esconderijos em busca de refúgio, e é exatamente neste momento que eles aparecem dentro das casas.

Riscos:
De acordo com a especialista, o número de acidentes com escorpião aumenta nessa época do ano, principalmente com o escorpião amarelo (Tityus serrulatus), que é o mais comum. “A picada do animal pode acarretar sérios riscos à saúde e até matar, porque o veneno é neurotóxico e age no sistema nervoso periférico”, explica ela. Os mais predispostos a riscos fatais são as crianças e os idosos.

Como evitar
Os escorpiões podem durar até 10 anos e para evitar a presença deles em casa, é aconselhado vedar frestas, vãos, buracos, ralos e colocar tela nos ralos. “Usar telas de proteção e manter o quintal sempre limpo e com a grama aparada também é importante para manter o perigo afastado”, afirma. Como o escorpião se alimenta de barata, evitar o surgimento também ajuda a combater o aracnídeo. Outra dica é descartar pilhas de madeira, cercas, tijolos, ferro velho e entulhos em geral, que são os locais prediletos dos escorpiões. Casas muito próximas a terrenos baldios ou áreas com mato devem, de preferência, ser dedetizadas por empresas especializadas.

Como evitar a picada:
Mesmo tomando todas as precauções, é preciso tomar alguns cuidados para evitar a picada, sacudir camisas, calças e sapatos antes de usar, ajudam a diminuir os riscos da picada.
Picou, e agora? “Se a picada for de um escorpião amarelo, a pessoa deve ser levada imediatamente até um posto de saúde ou hospital para conter o veneno e iniciar o tratamento. O ideal é levar o escorpião morto junto para que seja feito o tratamento adequado ao tipo de escorpião encontrado.



ARANHAS:


ARANHAS

Há mais de 35.000 espécies de aranhas no mundo. As aranhas existem nos mais variados tamanhos e cores, são bem conhecidas por suas 8 pernas. Costumam ser benéficas porque comem muitos tipos de insetos, incluindo aqueles que para nós são pragas. Muitas pessoas têm um medo de aranhas. As aranhas podem causar grandes desconfortos dentro de sua residência. São atraídas por pequenos espaços quentes e escuros, como fendas nas paredes, cantos e beirais das casas. Algumas espécies preferem ficar mais perto do exterior e tecem teias em varandas, jardins ou canteiros. Acidentes com aracnídeos são raros e há apenas duas espécies – a aranha armadeira e a aranha marrom – que são perigosas.

Como se livrar das Aranhas:
Muitas pessoas lutam para eliminar as aranhas das suas casas com produtos de uso doméstico, mas os resultados não costumam ser satisfatórios. Os pequenos problemas podem tornar-se grandes e muitas pessoas só procuram os serviços de controle de pragas profissionais quando isso acontece.


Espécies de Aracnídeos:
Estas são algumas das espécies de aranhas mais comuns que podemos encontrar na sua casa:
Aranha armadeira (Phoneutria sp.). Esta espécie é dada como a mais agressiva do mundo, ergue-se apoiada sobre as patas traseiras e salta sobre o agressor, que muitas vezes é atacado sem saber. Costuma viver em locais onde existem bananeiras, lenhas, telhas, tijolos empilhados e terrenos baldios. Tem hábitos noturnos e não tem moradia fixa podendo entrar em residências e, ao amanhecer, abrigar-se em sapatos, botas e roupas. Seu veneno vai direto ao sistema nervoso central.

Aranha marrom (Loxosceles sp. ):
É a aranha brasileira que possui veneno mais ativo. Tem uma coloração marrom esverdeada, seu corpo total raramente ultrapassa os 3 centímetros. É uma espécie de aranha doméstica, encontrada em locais escuros, quentes e úmidos como quina de pias, rachaduras de parede, livros, telhas e tijolos empilhados. Tem como característica a teia similar a um chumaço de algodão. Seus acidentes ocorrem quando ela penetra dentro da roupa e, ao vestir, são pressionadas e picam. Produzem dor pouco intensa no momento da picada, mas entre 12 a 24 horas após, ocorrem no local da picada, bolhas, escurecimento e necrose na pele. Também pode ocorrer escurecimento da urina, febre, vermelhidão e coceira na pele. É necessário soroterapia específica e acompanhamento médico.

Aranha doméstica comum (Pholcus phalangioides):
Apresentarem patas muito longas, corpo pequeno e circular. Produzem grandes teias irregulares nos cantos de paredes, teto ou atrás de móveis. Possuem glândulas de veneno, sendo inofensivas para o ser humano.

Aranha de parede (Selenops spixi):
Vivem atrás de armários, quadros de parede, bibliotecas. Alimentam-se de outros insetos domésticos como aranhas menores, traças, moscas, etc.. Não possuem glândulas de veneno, sendo inofensivas ao ser humano.

Aranha de jardim (Lycosa sp.):
As aranhas de jardim são pouco agressivas e têm hábitos diurnos. O animal adulto mede entre 2 a 3 cm de corpo e 5 a 6 cm de envergadura de pernas. Esta espécie não faz teia. Facilmente encontradas perto do peitoril das janelas pelo lado externo, tentando entrar na residência para se proteger do frio. A picada é dolorida, mas, normalmente, não evolui para casos mais graves.

Como manter as aranhas afastadas:
As aranhas entram nas casas na maioria das vezes no Outono, quando procuram um local quente para passar o Inverno. Há várias formas de prevenir acidentes com aranhas em sua casa:
- Aspirar o chão regularmente.
- Remover as teias que encontrar.
- Preencher as frestas e pequenos vãos das paredes e os espaços debaixo das portas para impedir a entrada.
- Afastar os potenciais refúgios de sua casa, como pilhas de lenha, entulhos e de outros materiais.
- Utilizar iluminação que seja menos atrativa para os insetos que as aranhas comem.
- Manter a casa, estabelecimento, empresa os ambientes sempre limpos
- Fazer sempre a imunização.